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1. Che Guevara
Quando jovem, Ernesto Guevara de  era conhecido como “Chancho”, que significa porco. Che recebeu esse apelido porque não gostava muito de tomar banho. O revolucionário, que sofria de asma crônica, cursou grande parte do ensino fundamental em casa com a mãe. Sua família mantinha uma biblioteca com cerca de 3.000 títulos. Em 1947, motivado por sua doença, o rapaz ingressou na Faculdade de Medicina da Universidade de Buenos Aires. Ernesto e seu amigo Alberto Granado resolveram fazer uma viagem para conhecer a América Latina em 1952. Os dois percorreram cerca de 10 mil km sobre uma motocicleta Norton 500. A máquina foi apelidada de “La Poderosa”. Quando retornou à Argentina, Che foi convocado para servir ao exército do país. Como já não concordava com as ideologias políticas de Perón, o rapaz tomou um banho gelado antes da inspeção médica e, durante o exame, teve um ataque de asma. Ele foi considerado inapto para o exército, e foi dispensado. O apelido de “Che” surgiu no México, em 1955, onde Ernesto lecionava e clinicava. O médico tinha o costume dizer “che” para todas as pessoas. Che é uma gíria semelhante ao “cara” falado no Brasil. Em 1961, Che esteve no Brasil para receber do presidente Jânio Quadros uma condecoração: a Ordem do Cruzeiro do Sul. Esta é a mais alta condecoração que o Brasil pode oferecer a algum estrangeiro. Ela é dada a pessoas que, de alguma forma, tenham contribuído para o país.

 

2. Jesse James
O mais famoso bandido do faroeste americano entrou para o crime em 1864, aos 16 anos. Jesse James juntou-se ao grupo de Bloody Bill Anderson, que comandou guerrilheiros em prol dos Confederados durante a Guerra de Secessão nos EUA. A lenda de Jesse James como “fora-da-lei” foi em parte construída pelo editor do jornal “Kansas City Times”, John Newman Edwards. Ele alimentou a imagem de que Jesse James “roubava dos ricos para dar aos pobres”. Jesse James e John Newman Edwards eram  tão amigos que um dos filhos de Jesse recebeu o nome de “Jesse Edwards James”. Jesse James foi assassinado no dia 3 de abril de 1882, por um dos membros de sua gangue, Robert Ford. O bandido inspirou o nome dos vilões da série Pokémon. Jessie e James, membros da Equipe Rocket, passam a série perseguindo Ash e tentando roubar seu Pikachu.

 

3. Mahatma Gandhi
O indiano desenvolveu uma forma de ação baseada nos princípios da coragem, da não-violência e da verdade, que chamou de satyagraha (“verdade-força” ou “resistência não-violenta”). Na Marcha para o Mar, realizada de Ahmedhabad para Dandi, em 1930, o líder foi seguido por milhares de pessoas. Andaram 320 quilômetros até o mar para protestar contra os impostos cobrados sobre o sal. A revista Time o elegeu a terceira maior personalidade do século 20. Antes dele, vinham apenas Albert Einstein e Franklin Roosevelt.

 

4. Martin Luther King
Ele foi um dos organizadores da marcha pelos direitos civis em Washington, em 28 de agosto de 1963. Na ocasião, Martin Luther King Jr. emocionou a multidão de 200 mil pessoas com o seu mais famoso discurso I Have a Dream (“Eu tenho um sonho”). Martin Luther King Jr. foi assassinado no dia 4 de abril de 1968, na varanda do Motel Lorraine, em Memphis, Tennessee. As investigações acerca do caso foram inconclusivas, mas o fugitivo James Earl Ray, principal suspeito, confessou o assassinato para fugir da pena de morte. Ele foi condenado a 99 anos de prisão e morreu em 1998, aos 70 anos.

 

5. Nelson Mandela
O nome verdadeiro de Nelson Mandela é Rolihlahla, que, no idioma da tribo dos tembus,  significa “encrenqueiro”. O nome Nelson foi escolhido por uma professora branca da escola metodista que ele frequentou. Em 1962, foi preso sob a acusação de viagens ilegais e incentivos a greves. Passados os 5 anos a que fora condenado, foi julgado novamente e, dessa vez, a sentença foi a prisão perpétua por planejar ações armadas, como a sabotagem, e conspirar a ajuda de outros países para invadir a África do Sul. Dessas acusações, Mandela só admite a primeira. Em fevereiro de 1985, Mandela recebeu a proposta de ganhar a liberdade condicional. Em troca, deveria cessar o incentivo à luta armada pela causa antiapartheid. Recusou. Mandela permaneceu preso por 26 anos. A pressão internacional e a campanha do CNA fizeram com que, em 1990, Frederik Willem de Klerk, o último presidente do Apartheid, decidisse pela libertade do ativista. Ele foi solto no dia 11 de fevereiro. O atraso de duas horas na apresentação após sua libertação gerou rumores de que não ele não teria sido solto, o que causou um quebra-quebra nas ruas de Johanesburgo. Na verdade, a culpa era de sua mulher Winnie Madkizela, que estava no cabeleireiro. A rotina de trabalho forçado e insalubridade na prisão de Robben Island afetaram seus canais lacrimais. Por 10 anos, não pôde chorar. Até o fim da vida, teve fotofobia, além de esporádicos lapsos de memória.

 

6. William Wallace
A figura histórica interpretada por Mel Gibson em Coração Valente (1997) foi um dos líderes das guerras escocesas pela independência. Durante a Batalha de Stirling Bridge, em 11 de setembro de 1297, o revolucionário arrancou o coro – literamente! – do comandante inglês Hugh Cressingham. Depois, ele usou a pele para construir um equipamento para carregar sua espada. William Wallace foi executado em 23 de agosto de 1305.

 

7. Espártaco
O ex-membro do exército romano foi preso e vendido como escravo depois de desertar o grupo militar, tornando-se assim gladiador. Junto a um grupo de escravos, Espártaco conseguiu fugir do aprisionamento e liderou uma emblemática revolta contra Roma, conhecida como a Terceira Guerra Servil. Em 70 a.C., Espártaco e outros 6 mil rebeldes foram crucificados juntos pelo governo romano.

 

8. Constantino
O imperador romano Constantino, o Grande, converteu-se ao cristianismo e liderou um movimento pela tolerância religiosa. Seu maior feito foi a assinatura do Édito de Milão, uma proclamação que garantia a tolerância religiosa no Império Romano.

 

9. Genghis Khan
Fundador e primeiro imperador do Império Mongol, Genghis Khan liderou a conquista do maior império da história, com a destruição de tribos autônomas do nordeste asiático. Ele foi o responsável pelo desenvolvimento do mais avançado exército profissional da história da Ásia.

 

10. Joana D’Arc
A líder revolucionária ajudou a França a recuperar sua liberdade da dominação inglesa. Reza a lenda que Joana D’Arc foi guiada pela voz divina. Joana D’Arc, que tinha apenas 13 anos quando teve as primeiras ideias revolucionárias, teve de lidar com o preconceito dos comandantes franceses, que resistiram à ideia de ter uma jovem mulher à frente da revolução. Mas ela recebeu o apoio tanto do povo francês como do rei Carlos VII. Depois de liderar a vitoriosa Batalha de Orleans, virou heroína nacional.

 

Fonte: Guia dos Curiosos


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