O álbum homônimo do Noala, o segundo da carreira de quase uma década, é mais um experimento entre a agressividade.
O filme, que aborda o processo dos artistas plásticos Daniel Blaufuks, Pedro Bastos e José Rufino, é uma coprodução.
Algumas descobertas da ciência parecem não ter surpreendido tanto. Muitas são, inclusive, apontadas como previsíveis e até bobas. Vamos.