1. A série de livros juvenis Vaga-Lume foi lançada pela editora Ática em 1 973. Foram 90 títulos publicados desde o seu lançamento.

 

2. Lançados de uma só vez, os primeiros títulos foram A Ilha Perdida, de Maria José Dupré; Cabra das Rocas, de Homero Homem; Coração de Onça, de Ofélia e Narbal Fontes; e Éramos Seis, de Maria José Dupré.

 

3. Os autores (ou autoras) mais vendidos foram Maria José Dupré (A Ilha Perdida e Éramos Seis) e Lúcia Machado de Almeida (O Escaravelho do Diabo, O Caso da Borboleta Atíria e outros).

 

4. O autor mais publicado pela série foi o paulista Edmundo Donato, mais conhecido como Marcos Rey, com 15 livros. Entre os seus livros estão O Rapto do Garoto de Ouro, Um Cadáver Ouve Rádio, O Mistério do Cinco Estrelas, Sozinha no Mundo e Dinheiro do Céu.

 

5. O Feijão e o Sonho, romance de Orígenes Lessa, foi inicialmente publicado em 1 938. Foi adaptado pela Rede Globo nos anos 70 como um telenovela do horário das seis.

 

6. O Escaravelho do Diabo, um dos maiores sucessos da série, foi de início lançado no formato folhetim pela extinta revista O Cruzeiro, em 1 956.

 

7. O romance Éramos Seis, de Maria José Dupré, foi uma das obras literárias mais adaptadas para a televisão. Ao total, foram três adaptações, sendo a última pelo SBT nos anos 90. Foi escrito 30 anos antes do surgimento da série Vaga-Lume.

 

8. Livros como Cem Noites Tapuias, Coração de Onça e O Gigante de Botas foram escritos não por uma pessoa, mas duas: o casal Narbal de Marsillac Fontes e Ofélia de Avelar Barros Fontes. O primeiro livro da dupla foi Vida de Santos Dumont, lançado em 1 935.

 

9. Autor de livros como Deu a Louca no Tempo, o jornalista Marcelo Duarte é mais conhecido pela série Guia dos Curiosos. Além de protagonizar um programa no rádio sobre curiosidades, Duarte é conhecido como fundador da editora Panda Books.

 

10. O Escaravelho do Diabo, lançado nos cinemas em 2 016, foi o primeiro livro infanto-juvenil de Lúcia Machado de Almeida adaptado para o cinema. A mesma produtora comprou os direitos de O Mistério do Cinco Estrelas, O Rapto do Garoto de Ouro e Um Cadáver Ouve Rádio.

 

11. Mais conhecido como jornalista e roteirista, Marçal Aquino escreveu o seu primeiro livro infanto-juvenil na série Vaga-Lume. Entre os seus livros estão A Turma da Rua Quinze e O Jogo do Camaleão.

 

12. Como não existia internet na época, o ilustrador Milton Alves precisou recorrer ao Museu de Zoologia, onde passou horas, para conhecer o melhor jeito de desenhar as borboletas da capa de O Caso da Borboleta Atíria.

 

13. Até hoje – junho de 2 016 – a série Vaga-Lume vendeu nada menos que 8 milhões de exemplares.

 

14. Os 10 livros mais reeditados até 2 015 foram Spharion, A Aldeia Sagrada, Tonico, Açúcar Amargo, O Feijão e o Sonho, Os Barcos de Papel, Deu a Louca no Tempo, A Ilha Perdida, A Turma da Rua Quinze e O Escaravelho do Diabo.

 

15. Calcula-se que A Ilha Perdida, de Maria José Dupré, tenha vendido mais de 2,2 milhões de exemplares.

 

16. O visual do vaga-lume – cujo nome é Luminoso, cabe aqui lembrar – que apresenta a série foi inspirado nos hippies. Surgido nos Estados Unidos, o movimento hippie teve o seu auge no final dos anos 60. Os hippies pregavam uma ideologia de paz e amor, o sexo livre e o fim da guerra do Vietnã.

 

17. Em 1 999, a editora Ática lançou a coleção Vaga-Lume Júnior, com livros com textos mais curtos e ilustrações mais coloridas com vistas a atingir o público infantil.

 

 

Fonte: Mais que Curiosidade.


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