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O menino que tirou foto com Michael Phelps e derrotou o ídolo na piscina oito anos depois – e outras histórias incríveis dos Jogos.

 

Fiji – Rúgbi de sete masculino

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A primeira medalha da história do arquipélago de apenas 18 mil quilômetros quadrados distribuídos em 300 ilhas (das quais só 100 são habitadas pelos seus 900 mil moradores) foi um feito monumental. Na final, o time aplicou sonoros 43 a 7 na Grã-Bretanha. A vitória é uma boa notícia para o país, uma das maiores vítimas do aquecimento global. Em fevereiro, um ciclone destruiu 40 mil casas e, entre os desabrigados, alguns eram jogadores da seleção, que é formada por homens que dividem o esporte com profissões como cortador de cana, carcereiro e carregador de mala. Mesmo assim, a vitória não foi uma zebra. O país já foi duas vezes campeão mundial no rúgbi de sete.

 

Cingapura – Natação – 100 m borboleta masculino

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Joseph Schooling, 21 anos, não só ganhou o primeiro ouro da história da cidade-Estado asiática como protagonizou uma grande história olímpica no Rio. O atleta bateu ninguém menos que o maior medalhista de todos os tempos, o americano Michael Phelps, seu ídolo de infância – como esta foto comprova.

 

Porto Rico – Tênis – simples feminino

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Porto Rico é, oficialmente, um membro da comunidade dos Estados Unidos, ou seja, não é um dos 50 estados que compõem a maior potência olímpica nem é um país reconhecido pela comunidade internacional. Mas, nas Olimpíadas, compete com um time independente. Monica Puig, de 22 anos, é a primeira atleta feminina a ganhar uma medalha por Porto Rico – e a primeira, entre mulheres e homens, a conquistar o ouro.

 

Veitnã – Tiro Esportivo – pistola de ar 10 m masculino

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Felipe Wu conquistou a primeira medalha para o tiro brasileiro em 96 anos (o esporte rendeu ao país as primeiras da história, em Antuérpia-1920). Mas quem fez o atleta paulistano ficar com a prata e, assim, realizou um feito ainda maior foi o vietnamita Xuan Vinh Hoang. O coronel de 41 anos acertou praticamente no alvo, levando para casa o primeiro ouro do país asiático. Para completar, ele ainda levou uma prata

 

Kosovo – judô – 52 kg feminino

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Kosovo é reconhecido como uma nação independente pela maioria do planeta. Mas faltou combinar isso com a Sérvia, inimiga histórica, e sua grande aliada, a Rússia, que é membro permanente da ONU e, por isso, tem direito de veto para o reconhecimento das Nações Unidas. Mas, para o COI, Kosovo pode competir com um time próprio, o que aconteceu pela primeira vez na Rio-2016. E logo de cara veio o ouro. Majlinda Kelmendi virou uma heroína no pequeno país balcânico.

 

Barein – Atletismo – 3.000 m com barreiras feminino

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O arquipélago do Barein, no golfo Pérsico, tinha até então apenas uma medalha de bronze. Mas Ruth Jebet, de 19 anos, aumentou esse quadro ao conquistar o ouro e, por muito pouco, ainda não bateu o recorde mundial. Ela completou a prova em 8:59”75’, apenas 94 centésimos acima da russa Gulnara Galkina, que ganhou em Pequim-2008.

 

Fonte: Mundo Estranho


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