O nosso planeta esconde segredos que nem mesmo os maiores cientistas conseguiram compreender. Por causa de sua imensidão e tempo de vida, diversas coisas ainda são segredos para nós. Cientistas descobrem, diariamente, diversas coisas. Como por exemplo, novas espécies de animais, plantas e outras coisas. Os arqueólogos buscam objetos perdidos que possam ajudar a decifrar o passado. Com isso, o mundo segue e vez ou outra, grandes notícias chocam todos.

 

A imensidão dos oceanos abriga um número incontável de criaturas de todos os tipos. Além de fenômenos curiosos. Esse lugar tem chance de ser uma das partes mais inexploradas e, por isso, surpreendentes do planeta Terra.

 

Acredita-se que os oceanos tenham uma profundidade média quatro mil metros. O que é um dos motivos de o ser humano ainda não conhecer todas as partes desse lugar. Além de serem comuns as recorrentes descobertas de novas espécies de animais que habitam os oceanos. E, inclusive, a redescoberta de animais pré-históricos até então considerados extintos.

 

E às vezes, a exploração do oceano nos dá a imagem de criaturas que não sabemos ao certo o que são ou que de tão perfeitas e estranhas ao mesmo tempo parecem que foram feitas em computador.

 

Anjos-do-mar

 

Como por exemplo as fotos feitas pelo fotógrafo e biólogo marinho, Alexander Semenov. Nas imagens é possível ver o chamado anjo-do-mar que chama bastante atenção por suas características peculiares.

 

O biólogo explicou, no começo desse ano, que os anjos-do-mar são moluscos de água gelada e estão entre os mais estudados na neurobiologia. Mas ainda se sabe pouco sobre o ciclo de vida deles.

 

Eles aparecem sob o gelo que cobre o mar. E passadas algumas semanas o número de anjos-do-mar é gigantesco, podendo ter até 500 em um metro cúbico de água. Cada um deles mede entre três e cinco centímetros.

 

Depois que a reprodução começa, os anjos-do-mar pequenos surgem, ainda com bandas ciliares larvais, medindo entre um e três milímetros. Eles levam algumas semanas para chegar em sua fase adulta. E se alimentam de borboletas-do-mar.

 

Quando a água se aquece de novo e fica entre 3 e 5° Celcus, essas criaturas desaparecem. E no inverno seguinte reaparecem de novo.

 

É sabido que essas criaturas conseguem sobreviver sem comida por seis meses. E nesse período, eles diminuem bastante de tamanho. Mas conforme disse Semenov, ninguém nunca pensou em rastreá-los para saber onde eles vão durante o ano.

 

Criaturas do oceano

 

 

Semenov é chefe da equipe de mergulhadores da White Sea Biological Station da Universidade Estadual de Moscou, além de ser especializado em invertebrados. Ele tem um interesse muito grande na macrofotografia, que é feita nos ambientes naturais. De acordo com ele, desse jeito, é possível observar os animais que não podem ser estudados de uma maneira adequada em laboratórios.

 

Com suas fotografias, Semenov quer estudar a vida marinha e aumentar o interesse das pessoas pela biologia marinha. Por isso, ele compartilha seus trabalhos em suas redes sociais e nos eventos em que ele vai.

 

A equipe do biólogo criou um projeto chamado Aquatilis, que tem o objetivo de encontrar, estudar e fotografar seres interessantes e incomuns do oceano. E também falar sobre a vida marinha e dizer o que é preciso para explorar o mar.

 

Fonte: Fatos Desconhecidos


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