‘O conceito de invisibilidade social tem sido direcionado a indivíduos considerados socialmente invisíveis, seja pela indiferença ou pelo preconceito. Além das situações de nível material e cultural, também está ligada à insegurança, à instabilidade e à exposição a situações onde a exclusão social é marcada pela marginalização’, afirma a psicóloga Vanessa Jaccoud.

 

Pessoas que ocupam posições menos valorizadas, ou que não ocupam posições reconhecidas, devido à indiferença ou ao preconceito social, se encontram à margem da sociedade. Existem várias formas, tipos e níveis de invisibilidade social, tais como a religiosa, a cultural, a racial, a sexual, a etária, a financeira, a de gênero, entre outras.

 

Parece existir um ciclo repetitivo, onde o excluído é aquele que não é visto, não é reconhecido, não pertence, e essa impossibilidade de ser olhado dificulta a criação de respostas que permitam algum tipo de inclusão produtiva.

 

O que fazer? A invisibilidade social é um fenômeno psicossocial pelo qual um indivíduo é apagado por outro dentro das trocas de experiências, sentidos e conhecimentos.

 

A resposta está na empatia – capacidade de se colocar no lugar de outra pessoa, buscando agir ou pensar da forma como ela pensaria ou agiria nas mesmas circunstâncias.

 

Há uma forma para que as pessoas consigam incorporar na vida a empatia: enxergar. Não se trata de apenas olhar, mas de prestar atenção ao redor. A experiência da pandemia talvez esteja contribuindo para começarmos a alterar essas características, de modo a estimular na sociedade a cultura de valorização da vida. A de enxergar o outro, de ter respeito às diferenças, porque todos somos seres humanos, todos somos iguais.

 

SOBRE DRA. VANESSA JACCOUD (CRP 05/47172)

 

Psico-Oncologista, Psicossomatista e Psicóloga Clínica. Psicologia da Saúde.
Especialista em Psico-Oncologia pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais (FCMMG);
Pós Graduada em Psico-Oncologia pelo CEPPS-SP;
Especialista em Psicossomática (1º ambulatório com atendimento multiprofissional do mundo em Psicossomática) pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo;
Formação em Dor Crônica pela University of Minnesota (USA);
Formação em Neurologia clínica (Introductory) pela University of California-San Francisco (USA);
Certificação em Trauma Psicológico complexo e recuperação pela Harvard University- Medical School;
Formação em Primeiros Socorros Psicológicos pela Johns Hopkins University (USA);
Formação em Saúde por todo o espectro de gênero pela Stanford University (USA).
Membro Titulada pela SBPO (Sociedade Brasileira de Psico-Oncologia);
Membro Certificada pela WPATH (World Professional Association for Transgender Health);
Membro da Associação Brasileira de Medicina Psicossomática-SP.
Certificação Excelência em Saúde Transgênero – Harvard Medical School
* Atualmente com certificação mundial em cuidados aos pacientes Transgêneros
* Autora do livro “Transgeneridade: vivências na transcendência”
* Fundadora da Associação TRANquilaMENTE para cuidados de indivíduos transgêneros

 

Instagram:@dravanessajaccoud

 

Fonte: Assessoria de imprensa Paula Ramagem


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